1954-2020: O legado do IV Centenário de São Paulo

Nos dias 5 e 6 de dezembro de 2020, participamos da Jornada do Patrimônio com o roteiro “1954-2020: O legado do IV Centenário de São Paulo”.

Foi uma experiência incrível, com muitas trocas, debates e reflexões, para proporcionar novos olhares a velhos lugares.

Já estou aguardando ansiosamente pela edição de 2021!

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Jornada do Patrimônio 2020

A Jornada do Patrimônio, criada pela Secretaria Municipal de Cultura, por meio do Departamento do Patrimônio Histórico e da Coordenadoria de Programação Cultural, chega à sua sexta edição com o tema “Nossa cidade, nossas memórias”.

Inspirada nas Journées Européennes du Patrimoine, finais de semana dedicados a democratizar o acesso ao patrimônio cultural com a abertura de imóveis históricos tombados à visitação pública, a programação deste ano se reinventa também em ambiente virtual, com encontros e diversas ativações entre intervenções artísticas, instalações, exposições e passeios. 

Segue com o objetivo de convidar a população a explorar a cidade por meio de roteiros de memória temáticos e estimular mestres, pesquisadores, educadores, artistas, agentes e instituições culturais a propor e organizar atividades que se relacionem com o projeto, promovendo o diálogo entre o patrimônio histórico paulistano e as mais diversas linguagens artísticas, bem como a identificação de bens e práticas culturais que tratam da memória e identidade dos diferentes grupos sociais presentes em todos os territórios da capital paulista.

Com o tema “Nossa cidade, nossas memórias”, a Jornada do Patrimônio 2020 se debruça na perspectiva do indivíduo que vive, trabalha, constrói e se desenvolve na cidade de São Paulo, trazendo à tona as diversas camadas que compõem as transformações sociais, culturais e urbanas da cidade.


Para quem participou ou se interessa pelo assunto, ficam algumas referências:

“O Parque do Ibirapuera e a construção da identidade paulista”
Paulo César Garcez Marins

“O Monumento às Bandeiras como processo: do presente ao passado”
Thiago Gil de Oliveira Virava, Domingos Tadeu Chiarelli